Todo mundo precisa de um lar. E quando a gente fica mais dentro da universidade do que da própria casa. Como faz? E quando muitas vezes a própria casa não é um lar?

Tem gente precisando familiarizar por aí

Tem gente por aí adoecendo por falta de amor. Tem gente que se deu de cara com as amarras da solidão e já não sabe pra quem ligar pra pedir ajuda.

Tem gente que vai trabalhar com maquiagem no rosto, dinheiro no bolso, mas não deixa ninguém descobrir que na verdade a companhia da madrugada foram boas e grossas lágrimas.

Tá tudo bem não ser sempre forte

Tem gente que se faz de forte. Estudar pode ser uma ótima ferramenta pra isso. A gente finge que está tudo bem, porque na verdade as coisas PRECISAM estar bem, mesmo com a saudade batendo, as contas chegando e a esperança morrendo.

Porque se for pra falar de vida real, se enganar com a frase “tá tudo bem” nem sempre cola.

Tem gente que encontra como consolo o simples fato de nunca parar. Prova aqui, trabalho dali, leitura de lá, estágio acolá. A correria parece ser uma boa estratégia para não parar e pensar na vida. É um bom (pseudo) escape. Porque no fundo a gente sabe que se parar para refletir um pouco além, vai dar ruim.

Nem tudo está tão bem. Aquela lembrança ainda vem. O medo ainda grita. E a solidão ainda faz morada. Todo mundo precisa de um lar. Todo mundo precisa de amor. Todo mundo precisa de uma razão pela qual existir.

Uma hora a ficha cai

E não dá pra ficar se enganando por muito tempo. Tem hora que a alma grita, o corpo adoece tentando avisar que algo está errado e talvez seja a hora de se abrir pra algo novo. Talvez seja a hora de pelo menos aceitar um convite.

Calma! Tudo na vida tem solução

Somma Universitário, toda sexta às 22h30 na Onda Dura Joinville. Porque a vida é mais que do que a ciência consegue explicar.